Copy Paste Character: onde achar símbolos para trabalhos

07:00:00 Professora Manuka 0 Comentários

Ao fazer trabalhos da escola, faculdade ou as traduções para o blog, acabava me deparando com símbolos que não constavam no meu teclado e então tinha que buscar algum artigo relacionado ao tema, copiar e colar o símbolo. Pesquisando na internet, encontrei o site Copy Paste Character, que conta com diversos símbolos, acompanhe:

Imagem: Freepik.

Existem alguns símbolos que são difíceis de encontrar, entre eles estão os símbolos monetários, aqueles que representam a moeda dos países. Nos teclados brasileiros, temos apenas o cifrão ($), mas às vezes precisamos representar euros, ienes, libras, entre outros.

O símbolo do π (pi), necessário para fazer algumas matérias aqui do blog, não consta no teclado e particularmente acho mais fácil copiar e colar do que digitar códigos para inserir símbolos. Veja quais são:



Outra situação foi o que ocorria nas matérias que falavam de trajetórias históricas e necessitavam de nomes de autores com trema sobre as vogais. Meu teclado não possui trema e era possível copiar o nome do autor da matéria, mas quando necessitasse usar trema para outros nomes já não lembraria mais de onde copiei da última vez.

Por causa desses pequenos contratempos e com minhas pesquisas pela internet, acabei me deparando com o site www.copypastecharacter.com, que já possui muitos símbolos dos quais necessitamos e não temos no teclado.

Em meus testes, para copiar um símbolo do Copy Paste Character para o Word, é só selecioná-lo, teclar ctrl+c e ir ao documento e no local em que você deseja inseri-lo e teclar ctrl+v.

Alguns dos símbolos presentes no Copy Paste Character. Imagem: Divulgação.

Quando você cola o símbolo no seu documento Word, ele vai estar na fonte Helvética e no tamanho 51 (pelo menos no meu caso foi assim), é só selecioná-lo e escolher a fonte e o tamanho correspondentes ao seu documento.

Você pode também selecionar uma palavra do seu texto, clicar na ferramenta pincel de formatação (um pincelzinho que fica localizado à esquerda do N símbolo do negrito) e selecionar o símbolo que copiou do site. Pronto, assim ele ficará como o restante do documento.

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Da quinina ao corante anilina: uma oxidação milionária

13:12:00 Professora Manuka 0 Comentários

Em 1856, William Perkin, que acabava de fazer 18 anos, empenhou-se em um ambicioso projeto no laboratório de sua casa durante os feriados da Semana Santa na faculdade de Química em que estudava: preparar quinina artificialmente. Acompanhe:

Imagem: Freepik.

Na faculdade, William era aluno do químico orgânico alemão A. W. Hofmann [...]. Em uma de suas aulas, Hofmann disse que seria muito desejável preparar quinina artificialmente porque esse medicamento – o único conhecido na época para combater malária – podia ser obtido somente da casca de uma árvore proveniente das Índias Orientais.

Perkin se propôs a sintetizar a quinina a partir da toluidina, um derivado da hulha (tipo de carvão mineral) e obtido como subproduto barato da indústria do aço [...].

Perkin conhecida as fórmulas moleculares da toluidina [C2H9N] e da quinina [C20H24N2O2] e pensou que poderia transformar uma na outra adicionando o número necessário de átomos de carbono, hidrogênio e oxigênio [...].

Numa das etapas da preparação, ele empregou um poderoso agente oxidante: o dicromato de potássio. O resultado dessa oxidação foi uma pasta escura que não se parecia nem um pouco com a quinina.

Em vez de desistir, Perkin decidiu repetir o procedimento usando um material mais simples como ponto de partida: a anilina. [...] Dessa vez o produto foi um sólido negro ainda mais diferente da quinina. Antes de jogá-lo fora, o estudante notou que a água e o álcool usados para lavar o frasco se coloriram de púrpura.

Fascinado com esse resultado inesperado, o jovem químico percebeu que as soluções obtidas eram capazes de tingir a roupa. Perkin rapidamente encontrou um método prático para extrair o corante púrpura da mistura negra.

Corantes diversos. Fonte: imagens públicas do Google.

Enviou uma amostra desse corante sintético a uma fábrica inglesa de corantes para que o testassem em seda e algodão. A avaliação concluiu que se tratava de um corante muito promissor para uso na seda, mas não para uso no algodão.

Contudo, os tintureiros logo descobriram que havia meio de aplicar no algodão um tratamento prévio, que o tornava suscetível a ser corado pelo produto descoberto por Perkin.

Assim, uma tentativa de sintetizar quinina conduziu à produção acidental do primeiro corante artificial. Com o entusiasmo da sua juventude, Perkin decidiu patentear o corante, construir uma fábrica e entrar nesse ramo industrial.

Ele não foi muito encorajado por seu professor Hofmann, que desejava que ele continuasse seus estudos acadêmicos e achava que começar um negócio de corantes era loucura.

Hofmann estava equivocado. Felizmente para o jovem Perkin, seu pai era rico e tinha grande confiança em seu filho. Com o apoio do pai e do irmão, ele obteve a patente de seu corante, construiu uma fábrica e solucionou os problemas relacionados com a produção em larga escala do material [...].

O negócio de Perkin teve um enorme êxito. O corante, que foi chamado de púrpura de anilina, púrpuro do Tiro, malva (ou malveína), chegou a ser extremamente popular. Esse último nome foi dado na França, onde o produto chegou a ser largamente usado.

Até a descoberta de Perkin, os corantes de cor púrpura estáveis conhecidos eram extremamente caros. Usado desde há muito tempo, o corante natural anteriormente denominado púrpura do Tiro era extraído de pequenos caracóis que vivem no Mar Mediterrâneo e são difíceis de recolher.

Eram necessários nove mil deles para obter um grama de corante. Só a realeza podia permitir-se usar roupas dessa cor, daí a associação de púrpura com a realeza.

A síntese feita por Perkin de um belo corante púrpura e estável a partir do carvão mineral fazia com que essa cor passasse a estar disponível por um preço acessível à maioria das pessoas [...].

O êxito desse corante correspondeu ao nascimento da indústria dos corantes sintéticos [...] e representou também uma história de descobrimento casual que fez com que uma simples reação de oxidação de uma substância orgânica se transformasse num negócio milionário.

Fonte:

ROBERTS, R. M. Serendipia: descubrimientos accidentales em la ciência. Madrid: Alianza Editorial, 1989. p. 112-116. 

- Veja também: 

Pilha de Daniel e reações de oxidação e redução 

Carbono, compostos orgânicos e a origem da vida

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A verdade sobre ser freelancer e ganhar dinheiro escrevendo

07:00:00 Professora Manuka 0 Comentários

Muitas informações são propagadas na internet sobre como ganhar dinheiro escrevendo como freelancer, fazendo uma propaganda exagerada de que você poderá largar seu emprego em poucas semanas ou em poucos dias. Não é que seja impossível ganhar um bom dinheiro, mas não se ganha tanto assim escrevendo para outras pessoas. Acompanhe minha experiência:

Imagens: Freepik.

Como muitas pessoas por aí, estava querendo um dinheirinho a mais e resolvi pesquisar na internet como fazer isso. Então encontrei artigos sobre trabalho como freelancer, que envolvem diversas áreas.

Primeiramente, o que é ser freelancer?
Ser freelancer é prestar um serviço para uma pessoa ou uma empresa sem vínculo empregatício. É como um bico.

Quem pode ser freelancer?
Os jobs ou freelas (que é como os serviços são chamados) estão disponíveis em todas as áreas: escrita, tradução, área jurídica, programação de sites, ilustração, marketing, vendas, entre outros.

Para se candidatar a uma dessas áreas, é preciso, obviamente, que a pessoa tenha qualificação na área, pois os contratantes são bem exigentes.

Se você tem apenas noção de desenvolvimento de sites, por exemplo, não se comprometa a entregar um site pronto e funcional, pois não possui competência para tal e pode acabar manchando sua reputação.

Como faço para ser freelancer?
Os contratantes usam diversos sites disponíveis na web para encontrar freelancers disponíveis e capacitados para desenvolver seus projetos.

E como encontrar sites confiáveis para trabalhar? Como vou receber pelo meu trabalho? É seguro colocar meus dados nesses sites?

Já experimentei trabalhar com mais de 10 sites e registrei minhas impressões e respondi às perguntas acima no seguinte post (clique abaixo):


E como é o trabalho de produção de conteúdo?
Quem quer ganhar dinheiro escrevendo como freelancer deve inscrever-se na categoria produção de conteúdo ou em outros nomes sinônimos: redação, escrita e redação, escrita/tradução (se não souber traduzir não tem problema, é só não fazer proposta em jobs de tradução), entre outros.

Nessa categoria, os contratantes fazem propostas de escrita em diversas áreas: turismo, maternidade, moda, viagem, educação, entre outros. Os freelancers mandam suas propostas e o que mais se encaixar na proposta será escolhido.

Cada job possui uma descrição, nela encontramos: título do artigo, quantidade de palavras, o perfil do freelancer que pode fazer a proposta (geralmente eles preferem quem tem habilidade com SEO e tenha experiência na área), prazo de entrega, entre outros.

Geralmente, o contratante conversa um pouco com os freelancers que mais chamaram sua atenção antes de escolher um e, depois de escolher, ele irá resolver os demais detalhes.

Quanto ganha um freelancer que trabalha com redação?
Os valores que vou falar são com base na minha experiência com os sites que trabalhei. Os valores são realistas e não são muito altos. Veja:


- Para textos com 500 palavras: 5 reais;

- Para textos com 1.000 palavras: 10 reais;

- Muitos contratantes oferecem apenas 5 reais por texto, mesmo sendo de 500, 800 ou 1.000 palavras;

- 1,25 reais a cada 100 palavras em textos sobre assuntos gerais;

- 1,50 reais a cada 100 palavras em textos de assuntos específicos (como pesquisas sobre remédios, suplementos e doenças);

- 4 reais por página revisada;

- 2,70 reais por página revisada;

- Em relação à tradução, oferecem 0,03 reais (3 centavos) por palavra traduzida.

Esses são os valores com os quais você vai se deparar. Geralmente você faz esses textos para que outras pessoas postarem em seus blogs e, na maioria das vezes, você não leva crédito pelos textos, como colocar seu nome e contato para que outras pessoas o contratem.

Assim, a pessoa paga pouco (na minha opinião é pouco para produzir um texto único) e ficará ganhando sobre aquele texto com publicidade por muito tempo.

Outro ponto negativo é a concorrência desleal, pois muitos contratantes preferem pessoas que colocam preços muito baixos. Veja bem, produzir um texto de 500 ou 1.000 palavras leva tempo e pesquisa, com uma remuneração tão baixa, não chega nem a compensar o esforço e a energia elétrica gastos com o texto.

Alguns trabalhos específicos pagam mais, como formatação de trabalhos acadêmicos, produção de trabalhos acadêmicos e tradução de muitas páginas.

Já vi uma tradução de uma tese de mestrado do português para o inglês sair por mais de 1.000 reais. Entretanto, o contratante que pede esse tipo de serviço específico não aceita qualquer pessoa.

O escolhido, nesse caso, foi um rapaz que estava cursando mestrado, já tinha feito intercâmbio para um país de língua inglesa e tinha uma nota alta em um teste mundialmente reconhecido de proficiência em inglês.

Vou poder abandonar meu emprego para ser freelancer em tempo integral?
Provavelmente não. Esse texto não visa desmotivar ninguém, mas sim alertar para a realidade. Pode-se ganhar um dinheiro extra com escrita ou outra habilidade sendo freelancer nas horas vagas, mas não será esse o seu sustento.

Não direi que não existe ninguém que consiga viver disso, mas é algo raro. Minha intenção foi desfazer muitas ilusões de ganhar dinheiro fácil ou ganhar dinheiro sem trabalhar só ficando em casa e escrevendo qualquer coisa.

Se tiver vontade de trabalhar como freelancer, aconselho que experimente para ver como é, pois é uma vivência interessante.

Foi por causa dos meus trabalhos como freelancer, escrevendo para alimentar o blog de outras pessoas que decidir criar este blog, cuja história de criação você pode ler na íntegra clicando no título logo abaixo:

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História dos símbolos de adição e subtração

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Os símbolos usados nas operações aritméticas de adição (mais; “+”) e subtração (menos; “-”) são tão comuns hoje em dia que nós quase não pensamos sobre o fato de que eles nem sempre existiram. Acompanhe:

Imagem: Freepik.

De fato, alguém teve que primeiramente inventar esses símbolos (ou pelo menos inventar seus antecessores, que depois evoluíram para sua atual forma) e certamente demorou algum tempo antes que esses símbolos fossem universalmente adotados.

Os gregos antigos expressavam a adição na maioria das vezes por justaposição, mas esporadicamente usavam o símbolo “/” para adição e uma curva semielíptica para subtração.

No famoso papiro egípcio de Ahmes, um par de pernas caminhando para frente significava adição, e caminhando para trás significava subtração.

Os hindus, assim como os gregos, geralmente não usavam símbolos para adição, exceto por “yu”, que foi usado no manuscrito aritmético de Bakhshali (o qual data provavelmente dos séculos III ou IV).

Já no fim do século XV, o matemático francês Chuquet (em 1484) e o italiano Pacioli (em 1494) usaram “p” (ou p com um traço sobre a letra) para adição e m (ou m com um traço sobre a letra) para subtração.

Existem dúvidas sobre o fato de o nosso sinal de + ter raízes em uma das formas da palavra “et”, que significa “e” em latim.

A primeira pessoa que pode ter usado o sinal de + como uma abreviação para et foi o astrônomo Nicole d’Oresme (autor do Livro do Céu e do Mundo) na metade do século XIV.
Um manuscrito de 1417 também possuía o símbolo + (embora o traço “em pé” não estivesse perfeitamente vertical) como descendente de uma das formas de et.

A origem do sinal de – é menos clara, e as especulações apontam para os hieróglifos ou a gramática ancestral de Alexandria, que se assemelhava ao símbolo de barra, usado por comerciantes para separar a tara do peso total das mercadorias.

O primeiro uso do símbolo algébrico de – apareceu em um manuscrito de álgebra alemão de 1481 que foi encontrado na Livraria de Dresden. Em um manuscrito em latim do mesmo período (também da Livraria de Dresden), ambos os símbolos + e – aparecem.

Johannes Widman é conhecido por ter examinado e comentado esses dois manuscritos. Em 1489, em Leipzig, ele publicou o primeiro livro impresso (Aritmética Mercantil) no qual os dois sinais + e – aparecem (figura 1).

Figura 1. O primeiro uso de + e – impresso, no livro Behëde und Lubsche
Rechenung auff allen Kauffmanschafft,
de Johannes Widman. Augsburg, edição de 1526.
Fonte: imagens públicas do Google.

O fato de Widman ter usado esses símbolos como se eles fossem amplamente conhecidos aponta para a possibilidade de serem derivados de práticas mercantis.

Um manuscrito anônimo – provavelmente escrito por volta da mesma época – também usou os mesmos símbolos, e isso abriu espaço para dois livros adicionais publicados em 1518 e em 1525.

Na Itália, os símbolos + e – foram adotados pelo astrônomo Cristopher Clavius (um alemão que vivia em Roma) e pelos matemáticos Gloriosi e Cavalieri no início do século XVII.

A primeira aparição de + e – em inglês foi em 1551, no livro de álgebra The Whetstone of Witte pelo matemático de Oxford Robert Recorde, o qual também inseriu o símbolo de igual um pouco mais longo do que aquele que conhecemos hoje “=”.

Ao descrever os sinais de adição e subtração, Recorde escreveu: “Há outros dois sinais de uso frequente, em que o primeiro é grafado como + e significa adição e o segundo é grafado como – e significa subtração.”

Como curiosidade histórica, é importante ressaltar que, mesmo quando um sinal era adotado, nem todos usavam o mesmo símbolo para +. Widman introduziu-o como a cruz grega (o sinal que usamos hoje), com o traço horizontal às vezes um pouco mais longo do que o vertical.

Matemáticos como Recorde, Harriot e Descartes também usavam esse símbolo.

Outros como Hume, Huygens and Fermat usavam a cruz latina “”, às vezes escrita horizontalmente, com a barra cruzando em uma ponta ou outra. Outros, como Hortega e Halley, usavam a forma mais ornamental ”.

As tentativas de grafar a subtração foram menos fantásticas, mas talvez mais confusas, uma vez que, ao invés do simples sinal de –, os livros alemães, suíços e holandeses às vezes usavam o símbolo “÷”, o qual usamos para a divisão.

Alguns livros do século XVII, como os de Descartes e Mersenne, usavam dois pontos “..” ou três pontos “...” para subtração.

É interessante salientar que esses símbolos surgiram há apenas 500 anos e se tornaram parte do que seja talvez a linguagem mais difundida. Não importa se você estuda Ciências ou Finanças, nos Estados Unidos ou na Sibéria, é possível saber precisamente o que esses símbolos significam.


Texto: Mario Livio.

Tradução e Adaptação: Professora Manuka. 

- Veja também: 


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14 de março: Dia do Pi

07:00:00 Professora Manuka 0 Comentários

Celebrado em países que seguem o formato de data mês/dia (m/dd), em decorrência da ordem dos dígitos na data: March 14 (14 de março, em inglês) ou 3/14, que são os primeiros três dígitos do π (3.14). O Dia do Pi foi fundado pelo físico Larry Shaw em 1988. Acompanhe:

Imagem: Freepik.

Dia da Aproximação do Pi
Uma vez que nem todos seriam capazes de desfrutar desse feriado matemático, as pessoas dos países que seguem o formato de data dia/mês (dd/m) comemoram o pi no Dia da Aproximação do Pi – 22 de julho, o qual escrito no formato dia/mês ou 22/7 corresponde à fração que representa o pi (22/7).

Datas em que o Dia da Aproximação do Pi vai cair:

Ano
Dia da Semana
Data
Nome
2017
Sab
22 de julho
Dia da Aproximação do Pi
2018
Dom
22 de julho
Dia da Aproximação do Pi
2019
Seg
22 de julho
Dia da Aproximação do Pi
2020
Qua
22 de julho
Dia da Aproximação do Pi
2021
Qui
22 de julho
Dia da Aproximação do Pi
2022
Sex
22 de julho
Dia da Aproximação do Pi
2023
Sab
22 de julho
Dia da Aproximação do Pi
2024
Seg
22 de julho
Dia da Aproximação do Pi
2025
Ter
22 de julho
Dia da Aproximação do Pi
2026
Qua
22 de julho
Dia da Aproximação do Pi

Existem muitos outros dias durante o ano em que podemos celebrar o pi. São eles:

- 4 de março: esse dia marca a passagem de 14% do terceiro mês do ano.

- 5 de abril: nesse dia, já se passaram 3,14 meses do ano.

- 10 de novembro: o dia do ano de número 314 (9 de novembro em anos bissextos).

Pi: um número irracional
Uma das constantes matemáticas mais antigas e reconhecidas do mundo, pi (π) é a razão do comprimento de qualquer circunferência pelo seu diâmetro. Seu valor corresponde a aproximadamente 3,14159265. É um número irracional, o que significa que ele não pode ser expresso como a razão de números inteiros, e sua representação decimal nunca termina ou se repete.

Imagem: Pixabay.

Recentemente, alguns matemáticos vêm solicitando a substituição de pi por tau (τ) como uma forma de descrever a relação entre a circunferência de um círculo e seu raio. Para propagar as vantagens de tau sobre pi, muitos matemáticos ao redor do mundo celebram o Dia do Tau em 28 de junho.

Homófono de outra língua
A constante pi em inglês é lida como “pai”, o mesmo som de pie, que significa a sobremesa torta em inglês.

Duas palavras pronunciadas de forma similar, mas escritas de forma diferente e com significados diferentes são chamadas homófonos. Pi é homófono de pie na língua inglesa.

Você sabia?   
Pi é representado pela letra grega minúscula π, porque essa é a primeira letra da palavra grega περίμετρος, que significa perímetro. 

Datas em que o Dia do Pi vai cair:

Ano
Dia da Semana
Data
Nome
2017
Ter
14 de março
Dia do Pi
2018
Qua
14 de março
Dia do Pi
2019
Qui
14 de março
Dia do Pi
2020
Sab
14 de março
Dia do Pi
2021
Dom
14 de março
Dia do Pi
2022
Seg
14 de março
Dia do Pi
2023
Ter
14 de março
Dia do Pi
2024
Qui
14 de março
Dia do Pi
2025
Sex
14 de março
Dia do Pi
2026
Sab
14 de março
Dia do Pi


Tradução e adaptação: Professora Manuka.

- Veja também: 


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